Reitor Natalino Salgado lança três obras nessa quinta-feira, 8

As obras “Narrativa de serviços no libertar-se o Brasil da dominação portuguesa”, “Janelas em um tempo de incertezas – Volume 1”, e “Janelas em um tempo de incertezas – Volume 2”, de autoria do reitor Natalino Salgado, serão lançadas nessa quinta-feira, 8, no Palácio Cristo Rei, a partir das 18h.

A orelha do livro “Narrativa de serviços no libertar-se o Brasil da dominação portuguesa”, do Almirante Lord Thomas Cochrane, apresentado, organizado e com notas explicativas pelo professor titular da UFMA, médico nefrologista, escritor, imortal da Academia Maranhense de Letras e reitor Natalino Salgado, traz um texto escrito pelo vice-governador eleito e professor da UFMA, Felipe Camarão.

No texto, ele adianta que há o encontro de documentos, já inseridos nos anais da história brasileira, que é indispensável para a compreensão da série de situações relacionadas aos eventos militares marítimos em províncias do Nordeste e do Norte, então dominadas por grupos portugueses descontentes com a Proclamação da Independência, e subsequentes medidas de contenção político-administrativas tocadas por representantes da Coroa brasileira.

“Embora seja essa memória um documento elaborado para fins de cobrança por serviços prestados ao país, é um relato vivo de um tempo de nossa história, escrita por um dos maiores responsáveis pela resistência aos avanços dos interesses portugueses, que tentaram impedir a Independência do Brasil e ameaçaram a estabilidade do Império”, explica o professor Felipe Camarão.

A obra trata do 10º Conde de Dundonald e Marquês do Maranhão, Thomas Chrocane, oficial naval da Grã-Bretanha, uma figura de destaque nas histórias militares do Império britânico, Chile, Peru, Brasil e Grécia. Seus espetaculares feitos navais deram-lhe posição honrosa entre os grandes almirantes da Armada inglesa.

“É de nossa mais importante instituição universitária, a UFMA, a iniciativa de restituir esta obra, brindando-nos com o testemunho de um brilhante Almirante estrangeiro, em sua saga para garantir que fosse dos brasileiros o chão em que nascem, vivem e morrem”, afirma Camarão.

Já a obra Janelas em um tempo de incertezas, dividida em dois volumes, traz crônicas que mostram os transtornos existenciais aos quais a pandemia levou o mundo a passar. “Destaco uma série de eventos estimulantes promovidos, em especial, pela Academia Nacional de Medicina, que nos levam a refletir sobre a medicina na arte e na literatura, como resposta criativa ao cenário pandêmico”, afirma o autor da obra, Natalino Salgado.

Ele também cita as premiações de um mês laureado pelo Oscar, como reflexo da realidade que se faz embasadas nas frágeis relações humanas mediadas pela arte e pela ciência.
“Os difíceis meses de pandemia puseram-nos, mais uma vez, diante da vulnerabilidade do ser humano e da permanente necessidade de exercitar a humildade e a sabedoria… até a próxima surpresa que o amanhã nos reserva. Por enquanto, produzamos lições, perguntemos mais e respondamos menos, principalmente quanto a viver e morrer”, enfatiza Salgado.

Segundo ele, o tempo de pandemia provocou refl­exões sobre quem somos e o que não somos diante da frágil existência humana, a despeito da ciência e dos recursos tecnológicos; do dinheiro, do poder, na vã tentativa de alcançar a perenidade.

Sobre o autor
NATALINO SALGADO FILHO nasceu em Cururupu, MA. Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Maranhão, mestre e doutor em Nefrologia pela Universidade Federal do São Paulo. Foi diretor-geral do Hospital Universitário da UFMA e é professor dos programas de pós-graduação em Ciências da Saúde (mestrado e doutorado) e de Saúde do Adulto e da Criança (mestrado), da UFMA.
Publicou mais de 400 trabalhos científicos em revistas especializadas e em anais de congressos nacionais e internacionais. Colabora semanalmente com jornais. É membro da Academia Nacional de Medicina, da Academia Maranhense de Letras e da Academia Maranhense de Medicina. Integra as sociedades Brasileira de Hipertensão Arterial e Brasileira de Nefrologia (SBN), a International Society of Nephrology (ISN), a American Society of Nephrology (ASN), a Brasileira de História da Medicina, a Maranhense de Ciências, o Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), a Sociedade Brasileira de Médicos Escritores do Maranhão (SOBRAMES) e a Academia Brasileira de Médicos Escritores (ABRAMES).
Fundador e primeiro Presidente da Sociedade Maranhense de Nefrologia. Foi reitor da Universidade Federal do Maranhão em duas gestões (2007-2015), e é professor titular dessa IFES. Reitor eleito da UFMA para o exercício 2019-2023.

 

 

(Com informações da Assessoria)

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DIÁRIO DE BORDO NO JP

Vanessa Serra é jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Atua como colunista cultural, assessora de comunicação, produtora e DJ. Participa da cena cultural do Estado desde meados dos anos 90.

Publica o Diário de Bordo, todas as quintas-feiras, na página 03, JP Turismo – Jornal Pequeno.

É criadora do “Vinil & Poesia” que envolve a realização de feira, saraus e produção fonográfica, tendo lançado a coletânea maranhense em LP Vinil e Poesia – Volume 01, disponível nas plataformas digitais. Projeto original e inovador, vencedor do Prêmio Papete 2020.

Durante a pandemia, criou também o “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. O programa em set 100% vinil, apresentado ao ar livre, acontece nas manhãs de domingo, com transmissões ao vivo pelas redes sociais e Rádio Timbira.

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